Wednesday, October 26, 2005
Friday, October 14, 2005
Thursday, October 13, 2005
Tuesday, October 11, 2005
Thursday, September 29, 2005
Friday, September 23, 2005
Sunday, September 18, 2005
À minha amiga Ana
Wednesday, September 14, 2005
AO MEU PAI
Thursday, September 08, 2005
Tuesday, September 06, 2005
Friday, September 02, 2005
À avó que nunca tive...
A avó, vista por uma menina de 8 anos"Uma Avó é uma mulher que não tem filhos, por isso gosta dos filhos dos outros. As Avós não têm nada para fazer, é só estarem ali. Quando nos levam a passear, andam devagar e não pisam as flores bonitas nem as lagartas. Nunca dizem "Despacha-te!". Normalmente são gordas, mas mesmo assim conseguem apertar-nos os sapatos. Sabem sempre que a gente quer mais uma fatia de bolo ou uma fatia maior. As Avós usam óculos e às vezes até conseguem tirar os dentes.
Quando nos contam histórias, nunca saltam bocados e nunca se importam de contar a mesma história várias vezes. As Avós são as únicas pessoas grandes que têm sempre tempo. Não são tão fracas como dizem, apesar de morreram mais vezes do que nós. Toda a gente deve fazer o possível por ter uma Avó, principalmente se não tiver televisão."
(recebido por mail)
Tuesday, June 21, 2005
Tuesday, April 26, 2005
Wednesday, March 23, 2005
Friday, March 04, 2005
Eu amo
"Eu amo o teu gravador de chamadas.
Ele não me abandona
e repete vezes sem conta
a tua voz."
Pedro Mexia
Ele não me abandona
e repete vezes sem conta
a tua voz."
Pedro Mexia
Monday, February 28, 2005
Não gosto de...

Segunda-feira...
acordar cedo...
horários a cumprir...
de esperar em fila...
de me vestir de amarelo...
do Carnaval...
de despedidas...
de cheiro a álcool...
de chorar...
de hipocrisia...
da saudade...
do vulgar...
de futebol...
de gente lenta...
falsos moralistas...
de esperar...
de surpresas...
de errar...
de perfumes doces...
de perder o controle...
e, principalmente...
de morrer de véspera!
Tuesday, February 22, 2005
Delírio

Alfonso Izco
Nua, mas para o amor não cabe o pejo
Na minha a sua boca eu comprimia.
E, em frêmitos carnais, ela dizia:
– Mais abaixo, meu bem, quero o teu beijo!
Na inconsciência bruta do meu desejo
Fremente, a minha boca obedecia,
E os seus seios, tão rígidos mordia,
Fazendo-a arrepiar em doce arpejo.
Em suspiros de gozos infinitos
Disse-me ela, ainda quase em grito:
– Mais abaixo, meu bem! – num frenesi.
No seu ventre pousei a minha boca,
– Mais abaixo, meu bem! – disse ela, louca,
Moralistas, perdoai! Obedeci...
Olavo Bilac
Thursday, February 17, 2005
Tuesday, February 15, 2005
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