
Ainda tentei beijar os teus olhos…
Achava que assim me verias de outra forma,
Que regressavas ao toque dos meus dedos,
E voltavas a chamar-me de princesa…
Ainda tentei reaver as tuas cores,
O sabor agridoce do teu sémen….
Achava que assim regressaria o teu tempo, a tua calma
E eu fosse de novo dona de ti…
Ainda tentei que lutasses de novo dentro de mim,
E provasses de novo o meu suco de cânhamo e canela…
Achava que assim voltavas a morrer nos meus braços e
A suplicar-me mais, mais e mais…
Mas não saíste do lugar…
E fizeste do teu silêncio uma verdade fria…
…
E quando finalmente me deste a mão e balbuciaste:
“Não vás…”
E tentaste lamber as minhas feridas mais recentes…
Eu acordei e disse:
“Foda-se…que raio de sonho”
Achava que assim me verias de outra forma,
Que regressavas ao toque dos meus dedos,
E voltavas a chamar-me de princesa…
Ainda tentei reaver as tuas cores,
O sabor agridoce do teu sémen….
Achava que assim regressaria o teu tempo, a tua calma
E eu fosse de novo dona de ti…
Ainda tentei que lutasses de novo dentro de mim,
E provasses de novo o meu suco de cânhamo e canela…
Achava que assim voltavas a morrer nos meus braços e
A suplicar-me mais, mais e mais…
Mas não saíste do lugar…
E fizeste do teu silêncio uma verdade fria…
…
E quando finalmente me deste a mão e balbuciaste:
“Não vás…”
E tentaste lamber as minhas feridas mais recentes…
Eu acordei e disse:
“Foda-se…que raio de sonho”
LC



















