Na curva do teu pescoço,
Onde tudo fica em paz,
Eu descansei o meu corpo,
A minha alma,
E o meu desejo voraz…
Na curva do teu pescoço,
Onde o mundo se reduz,
Apenas a ti e a mim,
Eu te pedi, baixinho,
Para seres a minha luz…
Na curva do teu pescoço,
Onde mais ninguém me encontra,
E onde não há lugar à dor,
Me pediste, com carinho,
O que vês em mim, amor?
O que vejo em ti?
Pergunto.
Queres que eu te diga o que vejo em ti?
Volto a perguntar.
O que vejo em ti, meu amor…
São dois braços para me abraçar!
E na curva do teu pescoço,
Eu vou querer sempre ficar!
Onde tudo fica em paz,
Eu descansei o meu corpo,
A minha alma,
E o meu desejo voraz…
Na curva do teu pescoço,
Onde o mundo se reduz,
Apenas a ti e a mim,
Eu te pedi, baixinho,
Para seres a minha luz…
Na curva do teu pescoço,
Onde mais ninguém me encontra,
E onde não há lugar à dor,
Me pediste, com carinho,
O que vês em mim, amor?
O que vejo em ti?
Pergunto.
Queres que eu te diga o que vejo em ti?
Volto a perguntar.
O que vejo em ti, meu amor…
São dois braços para me abraçar!
E na curva do teu pescoço,
Eu vou querer sempre ficar!
LC